Cansei! Estou cansada a muito tempo! É dificil pra mim acompanhar as várias gafes cometidas pelo jornalismo desde que eu comecei a conviver de perto com essa área, não sei se pela grande paixão que tenho pela minha profissão ou apenas por exigir que me respeitem como cidadã e tratem as notícias com mais respeito, é que cada vez mais eu me revolto com a forma que se faz jornalismo e como os próprios ditos jornalistas se portam diante do leitor e/ou telespectador.
No mundo cada vez mais ligado pelos meios de comunicação, é inadmissivel que emissoras travem guerras particulares e não respeitem aqueles que todo dia esperam por informações reais, com credibilidade e não manipuladas ou distorcidas por interesses próprios. Nunca fui sonhadora a ponto de achar que só haveriam acertos, eu leio e sei o quanto a mídia tem poder pra mudar a história de acordo com o que lhe convém, mas ao assistir vídeos como esse: http://www.youtube.com/watch?v=wo2-3IBQ7vo eu me pergunto até onde vai o limite pela notícia ou o respeito pelo colega de profissão e explico o porque.
Nós jornalistas formados sabemos que um mínimo de respeito se deve existir para que todos possam realizar seu trabalho, independente da emissora, jornal ou site para qual trabalhamos. A menos que se trate de um furo jornalístico - para quem não sabe, furo seria uma notícia dada em primeira mão - nada justifica a atitude da repórter da record que atiçada pelo apresentador insistia em entrevistar o Secretário de Minas e Energia, quando o mesmo se preparava pra entrar ao vivo na globo. Aonde está o erro? Na insistência da repórter em forçar uma situação apenas por pirraça, porque qualquer leigo sem formação acadêmica sabe que jamais emissora algum entraria ao vivo na sua programação com um microfone de outra emissora.
O pior em toda essa situação é vê o assessor do secretário avisando a repórter da record que após a entrevista a globo ele falaria com ela, e ainda assim ela insistindo, deixando secretário, assessor e repórter constrangidos. Não estou aqui pra defender rede Globo de televisão ou rede Record, mas pra defender o telespectador que infelizmente teve que presenciar isso e mais ainda defender o jornalismo, uma profissão com enorme função social que por diversas vezes é usada de forma errnônea por aqueles que na teoria é quem mais deveriam saber usá-las.
E ainda tem gente que acha certo tirar a obrigatoriedade do diploma de jornalista, sendo obrigado, ainda nos deparamos com alguns jornalista que envergonham a classe, que dirá sem obrigação alguma. Mas hoje demos um passo atrás mas que representa um grande passo pra frente, "CCJ da Câmara de Deputados aprovou na manhã desta quarta-feira a proposta de emenda constitucional que restabelece a exigência de graduação de nível superior para o exercício da profissão de jornalista." Agora é esperar que a CCJ do Senado também aprove!!!
Me despeço pedindo a uma profissão que é apaixonante, pelo menos pra mim que a faço com ética e deixo uma frase usada no meu Trabalho de Conclusão de Curso sobre jornalismo esportivo, mas que serve para toda área do jornalismo...
"O que falta nos diários esportivos é a consciência de que o jornalismo esportivo também possui a necessidade de esforço, independência, imparcialidade e criatividade. Não basta apenas frequentar arquibancadas..."
Kiss, Kiss
Jubs.
No mundo cada vez mais ligado pelos meios de comunicação, é inadmissivel que emissoras travem guerras particulares e não respeitem aqueles que todo dia esperam por informações reais, com credibilidade e não manipuladas ou distorcidas por interesses próprios. Nunca fui sonhadora a ponto de achar que só haveriam acertos, eu leio e sei o quanto a mídia tem poder pra mudar a história de acordo com o que lhe convém, mas ao assistir vídeos como esse: http://www.youtube.com/watch?v=wo2-3IBQ7vo eu me pergunto até onde vai o limite pela notícia ou o respeito pelo colega de profissão e explico o porque.
Nós jornalistas formados sabemos que um mínimo de respeito se deve existir para que todos possam realizar seu trabalho, independente da emissora, jornal ou site para qual trabalhamos. A menos que se trate de um furo jornalístico - para quem não sabe, furo seria uma notícia dada em primeira mão - nada justifica a atitude da repórter da record que atiçada pelo apresentador insistia em entrevistar o Secretário de Minas e Energia, quando o mesmo se preparava pra entrar ao vivo na globo. Aonde está o erro? Na insistência da repórter em forçar uma situação apenas por pirraça, porque qualquer leigo sem formação acadêmica sabe que jamais emissora algum entraria ao vivo na sua programação com um microfone de outra emissora.
O pior em toda essa situação é vê o assessor do secretário avisando a repórter da record que após a entrevista a globo ele falaria com ela, e ainda assim ela insistindo, deixando secretário, assessor e repórter constrangidos. Não estou aqui pra defender rede Globo de televisão ou rede Record, mas pra defender o telespectador que infelizmente teve que presenciar isso e mais ainda defender o jornalismo, uma profissão com enorme função social que por diversas vezes é usada de forma errnônea por aqueles que na teoria é quem mais deveriam saber usá-las.
E ainda tem gente que acha certo tirar a obrigatoriedade do diploma de jornalista, sendo obrigado, ainda nos deparamos com alguns jornalista que envergonham a classe, que dirá sem obrigação alguma. Mas hoje demos um passo atrás mas que representa um grande passo pra frente, "CCJ da Câmara de Deputados aprovou na manhã desta quarta-feira a proposta de emenda constitucional que restabelece a exigência de graduação de nível superior para o exercício da profissão de jornalista." Agora é esperar que a CCJ do Senado também aprove!!!
Me despeço pedindo a uma profissão que é apaixonante, pelo menos pra mim que a faço com ética e deixo uma frase usada no meu Trabalho de Conclusão de Curso sobre jornalismo esportivo, mas que serve para toda área do jornalismo...
"O que falta nos diários esportivos é a consciência de que o jornalismo esportivo também possui a necessidade de esforço, independência, imparcialidade e criatividade. Não basta apenas frequentar arquibancadas..."
Kiss, Kiss
Jubs.
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