Eu nunca quis passar pela vida me perguntando como seriam as coisas ou situações, eu queria passar pela vida vivendo intensamente tudo que ela tinha para me oferecer. Fossem lágrimas de alegria, fossem risos para enganar a dor e ainda que eu vivesse decepções e superações, que eu me enganasse nos sentimentos ou fosse enganada, eu queria viver tudo, tendo uma única certeza: nada me faria desistir, e ainda que houvessem quedas no caminho, eu saberia me reerguer.
E hoje, com apenas 24 anos eu digo que já vivi tanta coisa, algumas preferia não ter vivido, outras gostaria de reviver e poucas eu eternizaria, mas o que mais me orgulho é que até agora eu consegui viver sem ser mera espectadora. Em cada situação, em cada decisão, em cada momento havia uma parte minha, existia ali alguém que nunca fugiu ou se omitiu, e me orgulho demais por isso.
Mas também há momentos como agora que se eu pudesse pular ou colocar o escudo da minha mãe pra me proteger, eu faria. Não por medo - mentira, em parte por medo sim - mas principalmente porque amores e amizades são um assunto que me fazem perder grande parte do meu lado racional, e sem esse lado eu não consigo tomar decisões corretas, eu arrisco além da conta e até mesmo quando o pagamento inclui momentos de felicidades, o preço é alto demais.
E de novo, como nos últimos meses, eu chego no fim do texto sem saber o que esperar, ainda a me torturar e com algumas dúvidas que me foram colocadas. E ai me pergunto até onde vale a pena correr riscos? aliás por quem vale a pena correr riscos? Quem no fim do caminho vai estar lá para enxugar aquelas lágrimas que insistem em cair, mesmo quando no inicio eu já sabia como seria o final?
"Tá vendo essa dor que agora samba no seu peito de salto de agulha? Você ainda vai olhá-la no fundo dos olhos e rir da cara dela. Juro que tô falando a verdade. Eu não minto. Vai passar."
Kiss, Kiss
Jubs.
E hoje, com apenas 24 anos eu digo que já vivi tanta coisa, algumas preferia não ter vivido, outras gostaria de reviver e poucas eu eternizaria, mas o que mais me orgulho é que até agora eu consegui viver sem ser mera espectadora. Em cada situação, em cada decisão, em cada momento havia uma parte minha, existia ali alguém que nunca fugiu ou se omitiu, e me orgulho demais por isso.
Mas também há momentos como agora que se eu pudesse pular ou colocar o escudo da minha mãe pra me proteger, eu faria. Não por medo - mentira, em parte por medo sim - mas principalmente porque amores e amizades são um assunto que me fazem perder grande parte do meu lado racional, e sem esse lado eu não consigo tomar decisões corretas, eu arrisco além da conta e até mesmo quando o pagamento inclui momentos de felicidades, o preço é alto demais.
E de novo, como nos últimos meses, eu chego no fim do texto sem saber o que esperar, ainda a me torturar e com algumas dúvidas que me foram colocadas. E ai me pergunto até onde vale a pena correr riscos? aliás por quem vale a pena correr riscos? Quem no fim do caminho vai estar lá para enxugar aquelas lágrimas que insistem em cair, mesmo quando no inicio eu já sabia como seria o final?
"Tá vendo essa dor que agora samba no seu peito de salto de agulha? Você ainda vai olhá-la no fundo dos olhos e rir da cara dela. Juro que tô falando a verdade. Eu não minto. Vai passar."
Kiss, Kiss
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